Modelos do tocador de músicas já foram removidos da loja online da Apple. Único iPod sobrevivente é o Touch, que agora tem modelos com maior capacidade de armazenamento.
É o fim da linha para o iPod Nano e o iPod Shuffle. Os dois modelos do tocador de músicas da Apple foram descontinuados, ou seja, não serão mais vendidos. Ambos já foram removidos da loja online da fabricante, que confirmou a sites internacionais nesta quinta-feira (27) o encerramento das vendas. Agora, o único produto da Apple com a marca iPod é o Touch, que passará a ser comercializado em modelos com maior capacidade de armazenamento: um de 64 GB, por US$ 200, e outro de 128 GB, por US$ 300. Até então, essas faixas de preço eram ocupadas por aparelhos de 16 GB e 64 GB, respectivamente. A notícia do fim dos iPods Nano e Shuffle chega quase 3 anos depois de a Apple deixar de vender o iPod Classic, modelo mais popular do tocador de músicas e xodó de muita gente – ele aparece à exaustão no novo filme "Em ritmo de fuga", do diretor inglês Edgar Wright, que admite usar um iPod Classic para escutar música até hoje.
Quem são eles
O iPod Nano sempre foi a opção portátil, mas com display sensível ao toque, do tocador de músicas da Apple. Ao contrário do iPod Touch, ele não rodava iOS, sistema operacional da empresa para aparelhos de bolso, e não tinha conexão com a internet.
Mas a verdade é que o iPod Nano não recebia nenhuma atualização desde 2012, quando a Apple mudou o visual do aparelho para sua 7ª geração e ele ficou mais comprido, quase do tamanho de um cartão de crédito.
iPod Shuffle foi descontinuado pela Apple (Foto: Divulgação)
Já o iPod Shuffle nem tela tinha. A ideia por trás dele era ser um tocador de músicas extremamente portátil e pequeno – sua última versão tinha o tamanho de um dedo polegar, aproximadamente. Por isso, ele abre mão do display e coloca na jogada a função "Shuffle". Esse iPod só tocava músicas aleatoriamente.
Enquanto não lança o Ataribox, seu mais novo console, a Atari pretende ocupar os fãs da marca com outro tipo de produto: um boné inteligente.
A companhia se uniu à Audiowear para desenvolver o Speakerhat, um boné que conta com saídas de som e microfone, permitindo que o usuário ouça músicas, veja vídeos, faça ou receba chamadas telefônicas e até mande comandos de voz para um smartphone ou tablet.
O produto é equipado com a tecnologia de supressão de barulho da Qualcomm, sistemas que permitem administração de perfil, bateria de íons-lítio e até um indicador luminoso de LED, além de botão de liga/desliga.
Speakerhat
O Speakerhat também vem com capacidades multiplayer. Graças à tecnologia Social Synchronous Broadcast, o boné permite que vários usuários ouçam à mesma coisa simultaneamente.
A empresa só não informou quando e por quanto pretende lançar o produto. Como o boné ainda está em versão beta, a Atari procura gente interessada em testá-lo. Para isso, é preciso participar de um sorteio (restam 17 dias para o sorteio) — veja aqui.
Prepare-se para pagar pelas notícias que circulam dentro do Facebook. A rede social confirmou uma história que surgiu no mês passado sugerindo que ela implementaria um sistema de acesso pago a conteúdo jornalístico.
A ideia já tinha sido aventada por representantes da indústria de notícias internacional e, nesta terça-feira, 18, a diretora do Facebook que negocia parcerias com esse mercado, Campbell Brown, disse que é tudo verdade.
"Uma das coisas que ouvimos (…) de muitos jornais e publicações digitais é: 'Queremos um produto por assinatura — queremos poder ver um paywall no Facebook'", disse ela durante uma conferência em Nova York que foi acompanhada pelo TheStreet.
"E isso é algo que estamos fazendo agora", continuou a executiva. "Estamos lançando um produto de assinatura."
O esquema funcionará em conjunto com os Instant Articles, ferramenta que leva as notícias para dentro do Facebook em um formato mais leve. A ideia é deixar que os usuários leiam 10 notícias gratuitamente e comecem a pagar a partir daí, um modelo já adotado por diversos sites noticiosos.
De acordo com Brown, os testes iniciais da novidade serão abertos em outubro. Uma fonte ouvida pela CNET disse que, caso a resposta seja positiva, o produto pode estar funcionando de forma mais abrangente em 2018.
Dependendo do tempo e da intensidade de uso - uma equação que envolve, principalmente, o número de arquivos armazenados e aplicativos baixados - o smartphone começa a demonstrar "cansaço". Ele passa a executar tarefas com lentidão ou apresentar travamentos frequentes.
Em algum momento, pontanto, será indicado uma formatação para deixar o aparelho como era quando saiu da lojaMuitos percebem que essa hora chegou, mas encontram as barreiras do medo de perder os aplicativos e da preguiça de baixá-los novamente.
Se tiver que formatar, não é preciso fazer uma listinha de apps: exixte um macete para reaver todos os aplicativos depois de fazer uma restauração de fábrica no seu dispositivo. O Google Play guarda o histórico dos aplicativos que você já baixou vinculado a sua conta de e-mail, o que facilita o resgate.
No smartphone Android
PlayStore do Google tem opção "Meus apps e jogos
Usando seu smartphone, selecione Play Store. Selecione "Apps e Jogos". No menu de seu perfil, escolha "Meus apps e jogos". Lá estarão todos os seus apps.
Antes de baixar todos os apps novamente, pense se eles são realmente úteis. Restaure apenas os que você utiliza com frequência e esqueça os que ficam subutilizados.
Na versão web
Webstore da PlayStore do Google
No seu navegador, entre no Google Play com a mesma conta que usa no smartphone. Lá, clique em "App" e depois em "Meus apps". Surgirá uma lista de todos os aplicativos que já entraram em seu dispositivo. É até mais simples restaurar pela versão web.
Restauração de fábrica
Nas configurações do Android, selecione a opção "Fazer backup e redefinir". Salve seus arquivos antes de restaurar os dados de fábrica ou irá perdê-los.
Em "Dados pessoais", escolha "Restaurar dados de fábrica". Antes de ir em frente, tenha certeza de que seus arquivos (documentos,fotos, vídeos, áudios etc) foram salvos em backup.
Depois de reiniciar, atualize o sistema e recupere os seus aplicativos.
No iOS
É bem simples recuperar apps na plataforma móvel da Apple. No próprio dispositivo, é necessário abrir a App Store e busque o item Compras. Lá, vão aparecer todos os aplicativos que já foram baixados pela sua conta do iCloud. Os que não tiverem no aparelho terão ao lado uma imagem de uma nuvem.
Físicos do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) dos EUA estão trabalhando para melhorar a definição oficial do quilograma, unidade de massa que sustenta todo o nosso sistema internacional de pesos e medidas.
Para tanto, eles fizeram uma nova medição da constante de Planck em um alto grau de precisão. John Pratt, líder da divisão no NIST, diz que “fazer essas medições básicas de padrões fornece uma infraestrutura essencial” para a ciência.
O protótipo internacional do quilograma, ou IPK. (Imagem: BIPM)
O quilograma oficial do mundo está ficando mais leve
A constante de Planck (h) está no cerne da mecânica quântica. Átomos só podem fornecer energia em quantidades específicas, conhecidas como “quanta” – da mesma forma que o dinheiro é subdividido em valores específicos de moeda. Essa quantidade de energia é proporcional à constante de Planck.
É um número muito pequeno e, portanto, extremamente difícil de medir com precisão. Usando uma versão high-tech de uma balança de dois pratos, os cientistas do NIST chegaram a um valor de 6,62606983 x 10^-34 kg∙m²/s, com precisão de 34 partes por bilhão.
As origens do quilograma
Os físicos não fazem isso sem motivo: é tudo parte de um esforço mais amplo para redefinir o quilograma.
Atualmente, seu valor é definido por um artefato de metal do tamanho de uma bola de golfe, chamado de “Le Grand K” ou IPK (sigla em inglês para Protótipo Internacional do Quilograma).
Este artefato está armazenado em um cofre, sob três campânulas de vidro, no Escritório Internacional de Pesos e Medidas (BIPM) nos arredores de Paris. Este foi o padrão do quilograma durante os últimos 128 anos – mas será substituído em 2018.
As origens do quilograma datam da época do rei francês Luís XVI, que estabeleceu uma unidade chamada “grave” para medir massas, dando uma referência para que os comerciantes não enganassem seus clientes.
Após a Revolução Francesa e o estabelecimento da nova República, os líderes decidiram em 1795 que a medição da massa deveria usar o grama, definido como o peso absoluto de um centímetro cúbico de água a 4 graus Celsius.
Mas isso era impraticável para o comércio – quem levaria esta unidade de água durante todo o dia? Assim, o quilograma nasceu em 22 de junho de 1799: um pedaço de metal sólido com mil vezes a massa do grama.
Em 1875, dezessete países assinaram um tratado para que todos pudessem usar as mesmas unidades de massa e comprimento. E, em 1889, foram forjados em metal o “Le Grand K” e várias cópias enviadas a todos os países participantes. O artefato dos EUA está guardado no NIST.
Por que mudar?
Se o quilograma vem funcionando bem há mais de um século, por que mudar? Bem, ele é atualmente a única unidade padrão que ainda depende de um artefato físico. Um metro era definido por uma vara de metal com duas marcas nele, mas ele foi redefinido em 1983 de acordo com a distância em que a luz viaja em 1/299.792.458 segundo.
Além disso, ao longo do tempo, os vários artefatos vêm divergindo entre si em termos de massa. Mesmo quando armazenados cuidadosamente sob campânulas, as réplicas foram lentamente ganhando massa ao absorver contaminantes na atmosfera (limpezas periódicas podem ajudar a minimizar esse ganho).
Enquanto isso, o IPK perdeu massa em relação às cópias oficiais, um fenômeno que confunde os físicos. Essa discrepância é importante porque grande parte da ciência de ponta atual exige medições em escalas minúsculas.
Se os cientistas não puderem contar com o quilograma para medições precisas, isso coloca problemas significativos para o resto do sistema internacional (SI) de medidas, porque o quilograma sustenta praticamente tudo.
A definição do newton, por exemplo, é a força necessária para acelerar um kg a 1 m/s². Se o valor do quilograma muda, mesmo que ligeiramente, o valor do newton também muda. Ele também é essencial para determinar a definição oficial do pascal (unidade de pressão), do joule (unidade de energia), e do ampere.
Balança de Watt do NIST-4 usada para medir a constante de Planck com precisão de 34 partes por bilhão. (Foto: J. L. Lee/NIST)
Medindo uma constante fundamental
É por isso que os cientistas estão ansiosos para redefinir o quilograma de acordo com uma constante fundamental da natureza. “Estamos mudando agora para algo que é uma abstração completa”, diz Pratt. Ao contrário de um artefato físico, cuja massa muda ligeiramente com o tempo, uma constante fundamental é exatamente isso: constante e imutável em todo o universo.
Em 2007, um matemático e um físico sugeriram redefinir o quilograma como a massa de um grande número de átomos carbono-12. Também é possível redefini-lo de acordo com a constante de Planck (o valor matemático inclui o quilograma), assumindo que várias medições independentes ao redor do mundo possam concordar entre si com grande precisão.
E é por isso que esta medição mais recente do NIST é importante: é um dos vários esforços contínuos para medir a constante de Planck na França, Canadá, Alemanha e EUA. Uma das colaborações usa um método que envolve contar os átomos em uma esfera quase perfeita de silício.
A equipe do NIST, por sua vez, usa um aparelho conhecido como balança de Watt. Basicamente, esta é uma balança high-tech que compara o peso de uma dada massa e a força eletromagnética necessária para equilibrá-la. Esse número pode então ser usado para calcular a constante de Planck.
“A balança de Watt pode estabelecer uma ligação entre a massa e a constante de Planck”, diz a autora Darine el Haddad ao Gizmodo. Esta medição é descrita em um novo estudo na revista Review of Scientific Instruments.
Uma vez que os resultados de todos os países forem obtidos, eles serão inseridos em um computador, que analisará os dados para chegar ao melhor valor global da constante de Planck. Então, ele se tornará a nova base para o quilograma a partir de 2018.
A maioria das pessoas provavelmente não vai notar quando isso acontecer, mas os cientistas terão muito mais confiança ao fazer medições delicadas no futuro – e eles terão a agradecer uma série de estudiosos que trabalharam durante anos para garantir que o quilograma permaneça verdadeiramente constante para sempre.
Você pagaria o equivalente a R$ 757 por uma carteira capaz de flagrar quem tentasse roubá-la? Se sua resposta for sim, você não está sozinho, já que a empresa por trás da ideia conseguiu todo o dinheiro de que precisava para tirar o projeto do papel com apenas um dia de campanha num site de financiamento colaborativo.
Volterman
Mas essa é apenas uma das premissas do produto, batizado de Volterman. A carteira também oferece carregador (com ou sem cabo) para celular, alarme de distância via Bluetooth que avisa quando a pessoa esquece a carteira ou o celular em algum lugar, GPS (que rastreia a carteira em tempo real, em caso de esquecimento ou furto) e até hotspot Wi-Fi.
A empresa — também chamada Volterman — apresentou uma linha de produtos que inclui a carteira normal, uma só para cartões e uma para viagem que comporta passaportes. A menor vem com bateria de 2.000 mAh, enquanto as outras possuem 2.600 mAh e 5.000 mAh de potência, respectivamente.
A campanha de financiamento foi promovida com ajuda do Indiegogo, no qual eles pediam US$ 45 mil para tocar a produção. Faltando 16 dias para o fim da ação, já foram levantados mais de US$ 429 mil — 955% acima do desejado.
Neste período de financiamento, a carteira só para cartões pode ser comprada por US$ 98 (R$ 312), a tradicional, por US$ 139 (R$ 442), e a de viagem, por US$ 157 (R$ 500). As entregas estão programadas para dezembro. Quando chegarem ao varejo, os produtos custarão, respectivamente, US$ 178 (R$ 566), US$ 238 (R$ 757) e US$ 314 (R$ 998).
Smartphones podem ser bons aparelhos para quem gosta de jogar. O Android é uma plataforma com uma quantidade impressionante de jogos disponíveis, e para quem não sabe bem por onde começar, selecionamos 7 jogos gratuitos e viciantes disponíveis na Google Play Store.
Os jogos são gratuitos, mas alguns itens podem ser comprados dentro deles. Confira nossas sugestões abaixo, o nome do jogo é o link para baixar direto Google Play Store:
Crie sua própria cidade e seja um mestre de dragões, desenvolvendo as criaturas desde o nascimento até a vida adulta, quando eles se tornam animais enormes que defenderão sua cidade em batalhas contra outros jogadores.
Quem quer um bom game de futebol no smartphone tem em FIFA Mobile Futebol uma grande opção. O jogo conta com mais de 650 times reais e ainda oferece o modo Ultimate Team para os jogadores gerenciarem o próprio elenco com os grandes craques do futebol mundial.
Um dos mais populares jogos de smartphone da atualidade, Clash Royale mistura estratégia em tempo real com cartas. Monte um baralho com diferentes tipos de unidades e desafie amigos em batalhas em tempo real para ver quem consegue destruir a fortaleza adversária.
Para fãs de jogos de tiro em primeira pessoa, Modern Combat 5 é uma ótima opção: com gráficos de ponta e muita ação, ele é um dos jogos mais impressionantes que você pode instalar no seu smartphone.
A versão mobile do jogo de estratégia da Nintendo é bastante viciante: com personagens de todos os jogos da franquia Fire Emblem, você controla quatro unidades em uma espécie de tabuleiro revezando turnos com os inimigos para ver quem se sai melhor na disputa.
Para os fãs de jogos de corrida, Need for Speed No Limits permite construir o próprio carro e personalizá-lo da forma que quiser para encarar corridas em alta velocidade no seu smartphone.
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