domingo, 2 de julho de 2017

Recarregar o celular só 4 vezes por ano? Nova tecnologia pode permitir isso

Recarregar o celular só 4 vezes por ano? Nova tecnologia pode permitir isso
Pode estar na hora de aposentar seus powerbanks ou esquecer a mania de deixar um carregador de celular em casa, outro no serviço e um terceiro na mochila. Isso porque pesquisadores da Universidade de Michigan e de Cornell desenvolveram uma nova tecnologia que, graças a um material diferente do convencional, é até 100 vezes mais eficiente que as atuais baterias de smartphones.

Com o nome pomposo de “eletromagnético multiferroico”, o elemento corresponde a um filme bem fino e polarizado que pode saltar de positivo para negativo – e vice-versa – utilizando apenas um pequeno pulso de energia. A ideia é aproveitar essa propriedade pouco usual para fazer com que você precise recarregar seu dispositivo mobile apenas umas quatro vezes por ano, já que no restante do tempo ele estará se alimentando da força originada dessa troca de polaridade.


O mais interessante é que, embora a descoberta seja perfeita para os smartphones e tablets – que estão cada vez mais poderosos e com telas que consomem rapidamente a bateria dos aparelhos –, a tecnologia pode vir a ser expandida para outros tipos de equipamentos. Além de notebooks serem candidatos perfeitos para se beneficiarem da novidade, dá para imaginar que um brinquedinho como esses dentro de um desktop convencional, por exemplo, pode fazer com que ele funcione durante quedas na rede elétrica sem que tenha que depender de um no-break.

Esse projeto também pode significar um gasto energético muito menor em geral, diminuindo a nossa pegada de carbono e ajudando, por tabela, o meio-ambiente. Vale notar, porém, que isso não deve acontecer este ano, em 2018 ou mesmo nos próximos dez anos. Segundo um dos pesquisadores envolvidos com o material, a tecnologia ainda está em seus estágios iniciais e só deverá ser disponibilizada a partir de 2030. Talvez, então, seja melhor não jogar fora aqueles powerbanks – pelo menos por enquanto.

sábado, 1 de julho de 2017

Companhia antifraude encontra mais de 300 malwares na Play Store

Google Play

A Play Store deveria ser o local seguro de onde você baixa aplicativos em seu Android e não precisa se preocupar em colocar em risco o seu dispositivo. Contudo, as notícias envolvendo apps com malwares na loja virtual são relativamente recorrentes, o que deixa muita gente preocupada.

A mais recente novidade é a presença de 317 apps mal-intencionados encontrados na Play Store por pesquisadores antifraude da eZanga. Segundo as informações reveladas nesta quinta-feira (29), as centenas de aplicativos trabalhavam para transformar os dispositivos nos quais eram instalados em fazendas de cliques, ou seja, gerar receita para conteúdo publicitário simulando cliques em banners de propaganda.

Por exemplo, dois apps de papel de parede — Lovely Rose e Oriental Beauty — que foram monitorados pela eZanga realizaram 3.061 requisições de cliques ao longo de 24h, com 169 delas bem-sucedidas. O detalhe é que o dispositivo usado no teste permaneceu em modo de repouso durante esse período.

Prática rentável

Apesar de um pagamento irrisório a cada clique bem-sucedido alcançado por esses métodos — US$ 0,015 por clique —, o volume gerado por esses 317 apps pode resultar em uma renda que varia entre US$ 62 mil e US$ 214 mil por hora, deixando bem claro o potencial escondido por trás dessas práticas fraudulentas.

A eZanga estima ainda que, até agora, esses mais de 300 aplicativos mal-intencionados tenham sido instalados entre 4,1 e 14,2 milhões de vezes, sendo que o mais bem-sucedido deles, o Clone Camera, já esteja chegando à marca de 1 milhão de downloads. Ao longo de um ano, esse conjunto fraudulento pode gerar uma prejuízo de US$ 6,5 bilhões à indústria.

Mais problemas

Além de gerarem prejuízo aos anunciantes — afinal, eles pagam por uma suposta audiência que nunca houve de fato —, os cliques falsos aumentam as estatísticas, mas ninguém está de fato acessando os sites e vendo os produtos oferecidos. Além disso, esse tipo de aplicativo mal-intencionado pode trazer alguns problemas para os usuários.

O mais óbvio deles é o consumo mais rápido da bateria do seu dispositivo e também do seu plano de dados; afinal, o smartphone continua trabalhando mesmo quando você o deixa repousando sobre a mesa. Além disso, o ato de “clicar” em banners aleatórios acaba gerando uma distorção nas suas preferências, fazendo com que anúncios estranhos aos seus gostos comecem a aparecer para você.

Por fim, os problemas podem crescer ainda mais, visto que não se sabe o que tais aplicativos serão capazes de fazer no futuro. Eles são discretos, portanto, podem, mais adiante, realizar outros tipos de ações mal-intencionadas, sem que você perceba. Por isso é essencial ficar atento à integridade dos apps que você instala em seu Android.

Uber lança serviço de carona com lanchas para até 12 pessoas

Novo Serviço Uber

Depois de oferecer carros e helicópteros, a Uber está expandindo seus serviços para o mar também. A empresa lançou hoje um serviço de "hidrotáxis" que funciona da mesma maneira que o seu serviço tradicional, mas oferece barcos com espaço para até 12 pessoas.

Segundo o New York Times, o serviço já vinha sendo testado em Miami e em Istambul, mas começará agora a operar na Croácia, ao longo da costa do mar Adriático. Já há outros serviços semelhantes operando na região, e a Uber quer tentar conquistar um pedaço desse mercado.

As primeiras cidades a ser atendidas pelo serviço serão Split e Dubrovnik, na Croácia, bem como a ilha de Hvar no mesmo país. Pedir um barco por meio do Uber será semelhante a pedir um carro. A diferença será o preço: uma viagem da ilha de Hvar até a costa de Split (um trajeto de pouco mais de 50 km) custará 2.600 kuna (cerca de R$ 1.300 na conversão direta).

Novo Serviço Uber

Isso, no entanto, é porque o serviço é diferente: o barco não tem apenas um motorista, mas uma pequena tripulação. De acordo com o Business Insider, serão oferecidas duas modalidades de alugueis de barcos: um transfer entre a costa e a ilha e viagens de dia inteiro, na qual os usuários poderão montar itinerários, ou escolher dentre caminhos já montados. Mas não será possível dormir no barco ou alugá-lo sem seu capitão e marinheiros.

Embora a Croácia seja o primeiro país a ter o serviço, a Uber pode ter lançado-o sem ter exatamente os croatas em mente. Isso porque a região na qual o serviço vai operar é altamente turística. Na Croácia, turismo responde por 18% do PIB do país, e é possível que os serviços oferecidos pela Uber sejam voltados justamente para essas pessoas. 




sexta-feira, 30 de junho de 2017

Sony voltará a fazer discos de vinil após quase 30 anos

A Sony está criando uma nova linha de produção de discos de vinil na prefeitura japonesa de Shizuoka
A Sony começou a produzir CDs em 1989, e sete anos depois, em 1989, encerrou as suas prensagens de discos de vinil. Esse encerramento talvez não tenha sido uma ideia tão boa assim, porque, de acordo com o jornal japonês Nikkei Asian Review, a empresa pretende reativar suas prensas a partir de março de 2018.
Desde fevereiro, segundo o jornal, a empresa já tem equipamentos de fabricação de vinis em um estúdio de gravações em Tóquio. O equipamento permite a criação de "masters" (discos a partir dos quais as cópias de vinil são prensadas) diretamente no momento da gravação. Mas por enquanto, os artistas que usam o equipamento precisam enviar os "masters" para impressão com outras empresas.

Isso porque a Sony estaria tendo problemas para encontrar engenheiros familiarizados com o processo de prensagem de discos de vinil. Trata-se de um processo delicado, já que a qualidade do som do produto final é afetada pela profundidade e pelo ângulo dos cortes. A ideia da empresa, segundo o The Verge, seria trazer engenheiros mais velhos para compartilhar seu conhecimento com técnicos jovens.

Bolacha quente

Quando as prensas estiverem funcionando, a empresa pretende lançar primeiramente álbuns populares de artistas pop e canções japonesas mais antigas das quais a Sony detém os direitos de monopólio. Em seguida, a empresa começará também a prensar discos de outras gravadoras. Como o Japão só tem uma usina de prensagem de vinis em funcionamento (que em geral não consegue fazer frente à demanda), a Sony deve conseguir aproveitar um pouco desse mercado.

E trata-se de um mercado promissor. Em 2015, a venda desses discos gerou mais receita do que Spotify, Youtube e Vevo juntos. A venda de discos de vinil no Japão cresceu oito vezes entre 2010 e 2016, chegando a 800 mil unidades no ano passado. E no ano passado, os discos superaram 17,2 milhões de unidades vendidas nos Estados Unidos, com 70% deles sendo comprados por pessoas com 35 anos ou menos.



Vem aí um novo SSD 40 vezes mais rápido do que os HDs convencionais

Kingston - KC 1000

A Kingston anunciou nesta quinta-feira, 29, a linha de SSDs KC1000 NVMe PCle, com capacidade de armazenamento de 240 GB, 480 GB e 960 GB. De acordo com a fabricante, o dispositivo tem um slot M.2 NVMe PCle, duas vezes mais rápido do que os SSDs baseados em SATA e 40 vezes mais rápido do que os HDs convencionais de 7200 RPM.

"O KC1000 foi desenvolvido para usuários avançados e oferece melhor desempenho com baixa latência para aplicativos que exigem os melhores recursos, incluindo edição de vídeo de alta resolução, visualização e gerenciamento de dados, carregamento de games e outros ambientes de carga de trabalho onde soluções de armazenamento tradicionais são incapazes de acompanhar a demanda de dados", explica a empresa.

O SSD entrrega IOPS de até 290 mil, tem interface PCle Gen3 x4, suporta o mais recente protocolo NVMe e oferece velocidade de carregamento acelerada. Confira as especificações:

SSD KC100 PCIe NVMe:

  • Fator de forma: M.2 2280
  • Interface: NVMe PCIe Gen 3.0 x4 Lanes
  • Capacidades1: 240GB, 480GB, 960GB
  • Controlador: Phison PS5007-E7
  • NAND: MLC
  • Leitura/escrita sequencial²:
240GB: até 2700/900MB/s
480GB, 960GB: até 2700/1600MB/s
  • Leitura/escrita máxima em 4K2:
240GB: até 225,000/190,000 IOPS
480GB, 960GB: até 290,000/190,000 IOPS
  • Leitura/escrita aleatória em 4K:
240GB, 480GB: até 190,000/160,000 IOPS
960GB: até 190,000/165,000 IOPS
  • Temperatura de armazenamento: de -40°C até 85°C
  • Temperatura de operação: de 0°C até 70°C
  • Dimensões:
80mm x 22mm x 3.5mm (M.2)
180.98mm x 120.96mm x 21.59mm (com HHHL AIC – suporte padrão) 
181.29mm x 80.14mm x 23.40mm (com HHHL AIC – suporte de baixo perfil)
  • Peso:
10g (M.2)
76g (com HHHL AIC – suporte padrão) 
69g (com HHHL AIC – suporte de baixo perfil)
  • Garantia/Suporte: Garantia limitada de 5 anos com suporte técnico local gratuito
O preço cobrado pelos SSDs fica entre R4 1.049 (240 GB) e R$ 3.599 (960 GB)

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Nova tecnologia permite carregar o celular com a urina

Loannis Leropoulos - Laboratório de Robótica de Bristol

"Não estamos dependendo da natureza errática do vento ou do sol: se existe um produto cujo oferta é sem fim, esse produto é a urina", diz Leropoulos, cientista-chefe do projeto

"Transforme sua urina em algo útil", diziam os cartazes do banheiro especial instalado neste final de semana no Festival de Glastonbury, o principal evento do calendário europeu de shows de música ao vivo.

Nesse banheiro adaptado, os filtros de cerveja vendidos aos 100 mil participantes do festival britânico viram fonte de energia, graças a um projeto do Laboratório de Robótica de Bristol.

O chamado Pee Power funciona com uso de celulas de combustível revestidas de micro-organismos "comedores de dejetos", que processam a urina e, como consequência, acabam gerando eletricidade capaz de carregar - por enquanto, lentamente - a bateria de um smartphone. Isso ao mesmo tempo em que produz água limpa e fertilizantes a partir das substâncias da urina.

De acordo com os cientistas de Bristol, o processo atual gera 40 miliwatts de energia com dois litros de urina, um salto considerável em relação aos 2,5 mW do protótipo apresentado em 2013.

Mas ainda bem aquém de um carregador de celular típico, que tem capacidade de 5 watts.

"Nossa proposta é usar urina, um dejeto, para gerar eletricidade. Não estamos dependendo da natureza errática do vento ou do sol: se existe um produto cujo oferta é sem fim, esse produto é a urina", Diz Loannis Leropoulos, cientista que coordena o projeto.

Leropoulos explica que as células microbiais atualmente geram energia suficiente para permitir o envio de mensagens de SMS, o uso de internet o que definiu como um "curta" ligação. "Precisamos refinar o processo para sermos capazes de carregar completamente uma bateria".

Segundo os cientistas, a eletricidade é um subproduto do ciclo de vida desses micróbios, o que basicamente implica que mais urina gerará mais eletricidade. Leropoulos e sua equipe veem a utilização prática da tecnologia tanto em um futuro de conforto doméstico quanto para solucionar problemas em áreas mais carentes, como campo de refugiados, por exemplo, em que a geração de energia é um dos mais graves problemas.

"As bactérias adoram se alimentar dos dejetos, é o prato favorito delas", brinca Leropoulos. "Usar um dejeto como fonte de energia elétrica é o que há de mais ecológico".

O projeto foi selecionado pela Fundação de Bill e Melinda Gates como uma das propostas que podem ampliar o acesso a saneamento básico, cuja escassez afeta 2,5 bilhões de pessoas no mundo.

Atualize seu Skype: falha grave foi encontrada em versões antigas


Uma vulnerabilidade encontrada em versões antigas do Skype para Windows permite execução remota de códigos e pode fazer o software parar de funcionar.

Descoberta pelo pesquisador da Vulnerability Lab Benjamin Kunz Mejri, a falha atinge as verões 7.2, 7.35 e 7.36 do Skype para Windows. Ela pode ser explorada tanto localmente quanto remotamente, sem exigir nenhum tipo de interação com a conta do usuário.

A Vulnerability Lab disse que alertou a Microsoft da falha no dia 16 de maio. A Microsoft soltou uma correção no dia 8 de junho com a versão 7.37 do Skype para Windows.

Porém, quem ainda usa uma das versões antigas do Skype segue vulnerável a ela. A solução é atualizar o software no Windows para a versão mais recente.

Link para baixar o Skype 7.37.178